Primeiro, bem-vindos do feriadão.
Nós não tivemos folga e estamos trabalhando do outro lado do mundo, pra melhor serví-los!!!
Brincadeiras à parte, as coisas aqui estão acontecendo com intensidade.
O título desse post pode parecer estranho, mas é verdadeiro.
Tivemos, hoje, uma grande apresentação sobre Manga, que aqui é uma febre que não diminui.
Todos consomem, principalmente a moçada.
Para dar uma idéia, o mercado de revistas do gênero é de quase 500 milhões de exemplares, pouco mais de 20% do total de revistas daqui, de um total de mais de 2 trilhões de revistas/ano.
São números expressivos, que mostram a força desse mercado.
Assistimos a apresentação de um case da Nissim, para Cup Noodles, com a criação de um Manga “personalizado”, espetacular.
Mas o que vem acontecendo é o seguinte: as vendas de exemplares físicos (revistas) vêm caindo a cada ano, enquanto o consumo dos “electronic books” está crescendo rapidamente.
Um dos maiores sucessos dessa novidade é NTT Solmare, que já conseguiu mais de 500 milhões de downloads de suas aventuras.
Em 2008, já se movimentou cerca de 480 bilhões de ienes nessa modalidade.
Essa tendência parece ser irreversível.
E o que isso tem a ver com a gente, se essa é uma realidade totalmente japonesa?
Muita coisa, na nossa opinião.
Pensando nos filhos adolescentes, nos irmãos menores, nos sobrinhos, que cresceram lendo e assistindo Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, se apaixonando pelos Pokemons e consumindo todos os tipos de Picachus possíveis (de figurinhas a roupas), acreditamos que vale a pena ficar esperto.
Essa nova possibilidade de distribuição de conteúdo, não só pelo celular, mas também pela Internet, pode ser também nossa, muito mais rápido do que se imagina.
Obrigado pela audiência.
Dois detalhes:
1-Manga significa, na linguagem mais popular, o nosso gibi.
2-Desculpem a qualidade da foto, foi tirada durante a apresentação.
Pessoal,
ResponderExcluirAproveitando a questão, continuam incessantes as notícias - não muito agradáveis - sobre o desempenho dos jornais mundo afora.
Prejuízos, demissões, etc e etc.
No Brasil, intensifica-se a discussão sobre a gratuidade do conteúdo dos jornais na internet para tentar combater a situação.
Vocês já tiveram a oportunidade de avaliar a quastão dos jornais por aí? O jornal impresso ainda é relevante? Como essa tecnologia toda aí contribui para o negócio?
Continuem mandando notícias.
bjs e abraços,
Muito bom receber notícias de vocês e saber que a viagem está sendo boa, assim como o aprendizado!
ResponderExcluirTragam bastante novidades para nós?
Aproveitem bastante nas horas vagas e saibam que vocês fazem muita falta por aqui!
Abraços.
"Sayonará",
Moa